O corrimão não apenas quebrou, ele virou uma sombra que parece ainda projetar alguma ilusão de segurança. Mas este fantasma institucional — mesmo em suas versões mais moralistas — não oferece apoio efetivo e acaba atuando para interditar uma alternativa à altura do colapso. Talvez a saída para o pensamento e para a ação radical seja a mais simples e, ao mesmo tempo, difícil: a constatação de que não há mais o que perder.