Encontros
ESTRELAS A LUZIR NA NOITE
Na epígrafe de sua tese de doutorado, Luiz Antonio Peixoto traz o seguinte trecho de “O fim da utopia”, de Herbert Marcuse: “Sempre me reprovam por parecer tão terrivelmente pessimista, mas quero lhes dizer, depois de ouvi-los, que me sinto como um otimista incorrigível que há muito tempo deixou de pisar o solo da realidade. Apesar de tudo, não posso imaginar um sistema capitalista tão perfeito que dure toda a eternidade”. Foi seguindo essa postura marcuseana que Luiz se dedicou à carreira docente. Seu legado foi sendo construído e permanecerá vivo enquanto seus alunos seguirem pensando, debatendo e falando de teoria crítica. Com esse espírito apresentamos o encontro Estrelas a luzir na noite, no dia 16 de janeiro, na UFJF.
UFJF 16.01.26
15H Roda de conversa A teoria crítica contra o marasmo e a devastação melancólica
Mediação: Alexandre M. T. de Carvalho
17H Estrelas a luzir na noite
Homenagem a Luiz Antonio Peixoto
Lançamento da Revista Círculo de Giz N. 6
Realização: Colóquio Cultura & Ideologia e Círculo de Giz Editorial
2º Colóquio Crítica, Crise e Utopia
Ocorrido no dia 26 de outubro de 2018, ou seja, exatamente dois dias antes das eleições de 2018, o primeiro Colóquio Crítica, Crise e Utopia: o intelectual em tempos de barbárie foi um evento-homenagem-surpresa ao professor Jorge Coelho Soares, que havia se aposentado em 2012 da UERJ. O evento teve a presença de grandes amigos professores, ex-orientandos e alunos. Na mesa, estavam dois desses grandes amigos, a profa. Maria de Fátima Severiano (UFC) e o prof. Marildo Menegat (UFRJ). O colóquio foi um dos motivadores para a organização do livro Teoria Crítica, Crise e Utopia em Tempos de Barbárie, agora em sua segunda edição. Em 02 de outubro de 2025, por ocasião do lançamento da segunda edição do livro e do novo número da Revista Círculo de Giz (Edição especial: pensamento de urgência para tempos de catástrofe), foi realizado o 2o Colóquio, numa parceria entre a Círculo de Giz, o Núcleo Descubra, do Instituto de Psicologia da UERJ, e o Grupelho Krítica, da UFS.
TERÇAS COM DURAS
Como no nome de nascença, Mar-guerite se fez água. Inundou e foi inundada. Verteu pela borda. Transborda. Perdura. Dura. Trocou Deus por Duras. Nome de lugar. Da casa do pai. Da vila do departamento de Lot-et-Garonne. Nome dos rios. Água que corre... Marguerite Duras. Nomear é instaurar uma relação entre o sentido e o real, dirá Lacan, na medida em que a nomeação – “o dizer o que é” – acrescenta ao real algo que faz sentindo. Ou ainda, centrar-se na nomeação é centrar-se na relação com o real, diferenciando a relação com o Outro: “[...] eis o ato por excelência”. Partindo desta perspectiva, nos encontramos mensalmente, entre agosto e novembro de 2024, para falarmos de Marguerite Duras. Da tradução de sua obra – traduzindo Duras –, passando pela música do fim do mundo, pela escrita de guerra(s), pelo arrebatamento e o amor, peças avulsas que permeiam a vida da escritora/cineasta em um efeito de estilo próprio de uma amarração sinthomática e que permitem fazer disso – algo impossível de ser comparado – uma obra.
seminários mal-estar & subjetividade
Iniciado como atividade formativa presencial do Espa ço Múltiplo Psi, em 2023, os Seminários Mal-Estar & Subjetividade consistiram em encontros com pesquisadores de diferentes áreas a respeito dos modos de viver e sofrer no mundo contemporâneo. Entre agosto e outubro de 2024, foram realizados três encontros on-line, com transmissão ao vivo pelo Youtube: Obsolescência e subjetividade, Re-moer o passado: a contrapelo da história e O inverno da nossa desesperança.
a tempestade que chamamos de progresso
Entre os dias 21 e 30 de julho de 2021, o Colóquio "A tempestade que chamamos de progresso: imersões benjaminianas" contou com 5 telas-temáticas, com transmissões ao vivo pelo Youtube, sobre teoria crítica, teoria da história, arte latino-americana, literatura e informação.











