

Teoria crítica, crise e utopia em tempos de barbárie
Tendo como fio condutor a teoria crítica da sociedade, as pesquisas e reflexões presentes no livro buscam confrontar a barbárie que “nos rodeia e está à espreita” também como modo de semear possibilidades utópicas de pensar, imaginar e viver. Nas palavras de Jorge Coelho Soares, no primeiro capítulo do livro, com a utopia podemos “julgar o que nos falta, mas também valorizar o que já tivemos construído”.
O RACISMO É UM SOFRIMENTO SEM CONTORNO
Trecho da participação de Leomir Cardoso Hilário no Seminário Mal-estar e Subjetividade: o inverno da nossa desesperança.
MARGUERITE DURAS: UMA RACIONALIDADE A SERVIÇO DO SENSÍVEL
Trecho da participação de Maurcío Ayer nos encontros Terças com Duras.
A psicanálise, a psiquiatria contemporânea e o problema
do diagnóstico
Pedro Cattapan
Em seus últimos textos, após o postulado de que todo avanço do erotismo sempre encontrará o contrapeso autodestrutivo da pulsão de morte, Freud já havia abandonado a ideia de que a psicanálise serve para curar o humano de suas anormalidades para se ocupar mais da modelagem das posições do sujeito ao longo de sua existência, de modo que o fim e a finalidade de uma psicanálise não mais convergem no acontecimento da cura; ao contrário, a cura passa a ser considerada sempre parcial e a finalidade da psicanálise se volta para a afirmação do sujeito e de seu desejo diante da realidade
Entrevista com
Raimundo
Rodriguez
Artista cearense radicado em Nova Iguaçu, Raimundo Rodriguez é, sem sombra de dúvidas, um dos mais atuantes nomes no cenário artístico fluminense dos últimos quarenta anos. De seu ateliê-fábrica no bairro São Luiz Gonzaga, este artista-alquimista compartilha com a Círculo de Giz um pouco de seus alumbramentos e paixões.







