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O imaginário no ensino de Lacan

da imagem especular ao fazer com a imagem

O objetivo do curso é realizar um estudo sobre o tema do imaginário no ensino de Jacques Lacan tendo como norte as seguintes articulações:
- a imagem especular, o duplo e o objeto a olhar;
- a imagem como resto;
- a imagem como sinthoma;
- a imagem corporal na obra da artista plástica ORLAN.

ORLAN.

SELF-HYBRIDATION N°1,

DITE L'OLMÈQUE, 1998.

Curso livre com 32h totais, incluindo encontros síncronos pelo Zoom, ambiente virtual, com biblioteca e videoteca do curso (disponibilizando, também, a todos os cursistas, as gravações dos encontros) e interação pelo WhatsApp.

Datas dos encontros pelo Zoom:

17/04, 08/05, 22/05 e 12/06. De 9h a 12h.

Valor R$ 120   (R$ 90 até o dia 02/04)
Para ex cursistas da Círculo: R$ 60

Indicando uma pessoa que se inscreva no curso: abatimento de 50% *

Pagamento por transferência / depósito, boleto ou Paypal.

FAÇA SUA INSCRIÇÃO.

* Não aplicável ao desconto do pagamento antecipado.

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Professora

Danielle Curi

Psicóloga e psicanalista, com formação pelo Instituto de Psicanálise e Saúde Mental de Minas Gerais. Especialista em Psicanálise; mestra em Psicologia, pela Universidade Federal de São João Del Rei e doutoranda em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Professora adjunta do Centro Universitário Newton Paiva, MG.

Podemos dizer que Lacan envereda-se pela psicanálise a partir de questões relativas ao imaginário. Já em 1932, em sua tese de doutorado, o até então psiquiatra recorre a textos freudianos acerca do supereu, do eu e da identificação para dizer dos mecanismos psíquicos de autopunição presentes na paranoia. Alguns anos mais tarde, às voltas com a questão da agressividade e da imagem especular, Lacan, no seminário sobre o eu, vai se perguntar se a noção freudiana de libido seria adequada ao nível da fala, nível por onde se estabelece a ação do analista. Posteriormente, nos escritos sobre a angústia, a questão da imagem reaparece nas elaborações lacanianas, desta vez não mais como boa forma e unidade corporal, mas como resto e articulada ao objeto pequeno a. Dez anos depois, o psicanalista vai afirmar que “o que faz aguentar-se a imagem, é um resto” e, mais, ainda, no final de seu ensino, acrescenta que saber lidar com o sintoma corresponde, de alguma maneira, ao que o homem faz com sua imagem. 
Em um mundo ávido por imagens, onde o ver e o (se) dar a ver se tornam um imperativo, propomos um estudo sobre o tema do imaginário no ensino de Jacques Lacan tendo como norte as elaborações do autor acerca da imagem em suas relações com o especular, o objeto a olhar, o resto e o sinthoma. Recorreremos, ainda, à obra da artista plástica francesa ORLAN como material para podermos nos servir da teoria.
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